Atacante nega ter chutado gandula e diz estar com 'consciência tranquila'

No posicionamento o jogador ainda nega que tenha atingido o gandula como citado na súmula da partida

20/02/2018 às 09:18:00
- Reprodução/TV Morena

Penalizado com um cartão vermelho após supostamente ter chutado o gandula Éwerton Silva de Oliveira, durante partida entre Comercial e Operário que terminou em pancadaria, na tarde de domingo (18), o atacante Rodrigo Grahl negou ter participado da confusão e disse estar com a "consciência tranquila".

Em postagem feita no Instagram, o atacante se defendeu dizendo que sua única participação foi para acalmar os “ânimos tanto dos adversários, como meus companheiros e até nossa torcida”.

No posicionamento o jogador ainda nega que tenha atingido o gandula como citado na súmula da partida, divulgada nesta segunda-feira (19).

“Sou capitão, sou líder, sou experiente e não iria agora com quase 41 anos deixar isso manchar meu currículo. Não existe agressão citada por eles”, comentou. “Estou com minha consciência tranquila. Meus erros eu assumo. Mas não posso ter que carregar em minhas costas o que outros fizeram”, acrescenta.

O atacante ainda manifestou todo o seu comprometimento com o clube e até criticou a pancadaria. “Todos conhecem a trajetória que tenho há mais de vinte anos no futebol. Eu amo fazer isso e continuo jogando porque me sinto bem, feliz e sei da minha responsabilidade perante companheiros, diretorias, torcidas, principalmente as crianças”, diz.

“O que aconteceu no clássico Comerário é inadmissível. Violência no futebol tem que ter fim. A gente pede paz nas arquibancadas e o exemplo demonstrado em campo foi o pior possível”, completa.

Pancadaria - O jogo terminou com vitória do Comercial por 1 a 0, gol de Jô, aos 45 minutos do segundo tempo. Após o gol teve início a confusão envolvendo jogadores e gandulas.
Dois gandulas foram agredidos e quatro jogadores expulsos, sendo três devido a confusão no fim da partida.

A FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) informou que a súmula da partida e o relatório do delegado Marcos Paulo Abdalla já foram encaminhados para o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva).

A pancadaria do Morenão terminou na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) do bairro Piratininga ainda na noite do clássico.